“Pesquisa não elege ninguém”, diz Efraim Filho ao defender que resultado real só aparece nas urnas

 O senador e pré-candidato ao Governo da Paraíba, Efraim Filho, voltou a questionar a influência das pesquisas eleitorais no processo democrático e afirmou que os levantamentos não refletem necessariamente a vontade real do eleitorado.

Durante declaração recente em um podcast ,o senador paraibano que tem destinado recursos federais ao inúmeros Municipios paraibanos ,destacou sua própria experiência na disputa pelo Senado Federal para sustentar o argumento de que pesquisas podem falhar ao retratar o cenário eleitoral. Segundo ele, diversos levantamentos divulgados durante a campanha não apontavam o resultado que acabou sendo confirmado nas urnas.

“O verdadeiro resultado é aquele que sai da vontade popular expressa no voto. Pesquisa não ganha eleição”, defendeu o senador.

Para Efraim, muitos eleitores acabam sendo influenciados por números divulgados durante a pré-campanha e o período eleitoral, o que pode criar uma percepção equivocada sobre a disputa. Na avaliação do parlamentar, o eleitor deve formar sua opinião com base nas propostas e na trajetória dos candidatos, e não apenas nos índices apresentados pelos institutos de pesquisa.

O pré-candidato ressaltou ainda que a única pesquisa capaz de determinar quem vence uma eleição é a realizada no dia da votação. “A verdadeira pesquisa é a da urna. É o eleitor quem decide o resultado final”, afirmou.

As declarações ocorrem em meio à intensificação das articulações para as eleições estaduais e federais de 2026, período em que levantamentos de intenção de voto passam a ganhar espaço no debate político paraibano. Ao minimizar a importância dos números divulgados, Efraim busca reforçar a mensagem de que o cenário eleitoral permanece aberto e sujeito às decisões do eleitorado até o dia da votação.

A fala do senador reacende uma discussão recorrente no meio político sobre o peso das pesquisas eleitorais, seus limites metodológicos e sua capacidade de antecipar tendências, especialmente em disputas marcadas por forte movimentação de última hora e elevado índice de indecisos.

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