A Polícia Civil de São Paulo intensificou a procura por Ney, testemunha-chave no desaparecimento da cozinheira Berenice Ramos de Aguiar Faria, de 60 anos, após relatos de que ele teria presenciado o crime. Segundo o inquérito, Ney estava no veículo quando a vítima foi baleada e desapareceu a caminho do Rio de Janeiro. A identificação e localização desse homem tornaram-se prioridade para esclarecer os fatos e confirmar as circunstâncias em que tudo ocorreu.
A investigação agora busca entender se Ney está sendo intimidado ou impedido de colaborar com as autoridades. Por isso, a polícia não só intensificou as diligências para encontrá-lo, mas também tomou medidas de segurança para preservar sua integridade física e psicológica. Ao mesmo tempo, equipes forenses analisam vestígios, imagens de câmeras de monitoramento e registros telefônicos para confrontar a versão apresentada pela testemunha.
Os peritos trabalham para confirmar a dinâmica do crime e apurar se outras pessoas participaram da ocultação do corpo ou tentaram interferir nas investigações. Há hipóteses de participação de terceiros, e a polícia avalia possíveis cúmplices que possam ter colaborado na viagem ou no cerceamento de provas. Todas as diligências seguem em sigilo para evitar vazamentos e proteger os envolvidos.
Desde o desaparecimento de Berenice, familiares cobram respostas sobre o paradeiro da cozinheira, cujo corpo ainda não foi localizado. As buscas são realizadas em diversos pontos do litoral norte paulista e complementadas por denúncias anônimas e análises técnicas. Com a prisão temporária de Eliane, a expectativa é de que o depoimento de Ney seja o elemento definitivo para que a polícia esclareça o crime e encontre o corpo da vítima.
