Vereadora Monique Marinho concentra emendas em uma única entidade e gera questionamentos sobre uso de recursos no Conde

 A destinação de emendas parlamentares pela vereadora Monique Marinho tem gerado questionamentos no município do Conde após a concentração de recursos em uma única entidade.

De acordo com informações da Lei Orçamentária Anual (LOA), os recursos indicados pela parlamentar para este ano foram direcionados exclusivamente a uma associação, sem previsão de investimentos diretos em áreas consideradas prioritárias, como infraestrutura urbana e educação — setores que historicamente demandam maior atenção do poder público local.

Embora os valores ainda não tenham sido efetivamente repassados — uma vez que dependem da apresentação e aprovação de plano de trabalho por parte da instituição beneficiada — a escolha da destinação já provocou debate entre lideranças políticas e moradores.

A principal crítica gira em torno da falta de diversificação na aplicação das emendas, o que, segundo avaliações, pode limitar o alcance dos recursos públicos e deixar de contemplar demandas mais amplas da população.

Especialistas em gestão pública apontam que, apesar de a destinação para entidades ser permitida dentro dos parâmetros legais, é fundamental que haja equilíbrio e transparência na definição das prioridades, garantindo que os recursos atendam ao maior número possível de cidadãos.

Até o momento, a vereadora não detalhou publicamente os critérios que motivaram a escolha da entidade beneficiada.

O caso deve seguir em debate no cenário político do Conde, especialmente com a expectativa de execução dos recursos ao longo do ano, o que poderá ampliar a discussão sobre a efetividade e o impacto das emendas destinadas.

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