A presidente da Câmara Municipal de Mari, vereadora Djá Moura, utilizou a tribuna durante a sessão ordinária desta quarta-feira (11) para apresentar matérias de seu mandato, destacar ações voltadas à cultura e às mulheres, além de fazer duras críticas à gestão municipal, principalmente em relação ao reajuste salarial dos professores e à situação do repasse previdenciário ao Mariprev.
Logo no início de sua fala, Djá Moura saudou os vereadores presentes, o público que acompanhava a sessão no plenário e os internautas que assistiam à transmissão ao vivo pelas redes sociais da Câmara. A parlamentar também agradeceu a presença de representantes da imprensa, lideranças comunitárias, associações e integrantes do grupo de capoeira Semente Crioula, que acompanharam os trabalhos legislativos.
Entre as matérias apresentadas, a presidente solicitou à gestão municipal a construção de lombadas nas ruas Alice Lucena, Cícero Bezerra, Cônego Cornélio e Poeta Augusto dos Anjos, no bairro Pasto Novo.
“Fui procurada por moradores que disseram que as crianças não podem nem brincar na rua, porque não há redutores de velocidade. A insegurança assola o coração dos pais e das mães”, afirmou.
A vereadora também apresentou um projeto de lei que institui o Dia Municipal da Capoeira e do Capoeirista, a ser celebrado em 22 de novembro no município.
De acordo com a parlamentar, a escolha da data está relacionada ao mês da Consciência Negra.
“A capoeira tem origens afro e representa luta, resistência e cultura. Nosso objetivo é incentivar essa prática e garantir mais reconhecimento aos capoeiristas da nossa cidade”, destacou.
Durante o discurso, Djá reafirmou apoio aos praticantes e ao grupo Semente Crioula, defendendo mais incentivo cultural por parte do poder público.
Outro destaque foi a apresentação de um decreto legislativo que concede a Comenda Mulheres que Inspiram, que será entregue durante uma sessão especial na próxima segunda-feira.
A programação também contará com uma roda de conversa sobre feminicídio e violência contra a mulher, com a participação de autoridades do Judiciário, Ministério Público, advogadas, vereadoras e representantes da sociedade civil.
“Precisamos falar sobre feminicídio e orientar a população. O Brasil é um dos países que mais mata mulheres, e esse debate é importante para criar políticas públicas de enfrentamento”, ressaltou.
A presidente explicou ainda que as homenagens deste ano serão direcionadas também a mulheres das comunidades, como mães, donas de casa, profissionais e empreendedoras.
“Queremos valorizar mulheres que muitas vezes estão longe dos holofotes, mas que contribuem diariamente com a nossa cidade”, disse.
Djá Moura também informou que o veto do Poder Executivo que barrou emendas impositivas dos vereadores e um auxílio financeiro ao Clube de Mães não foi votado na sessão devido à ausência de cinco parlamentares.
Segundo ela, a matéria deve retornar à pauta na próxima semana.
“Nós queremos ouvir da gestora o motivo dessa decisão. O Clube de Mães é uma instituição que há anos contribui com o município”, afirmou.
Um dos momentos mais contundentes do discurso foi quando a presidente comentou as negociações sobre o reajuste salarial dos professores da rede municipal.
A gestão municipal teria apresentado uma proposta de 6%, considerada insuficiente pela categoria e por vereadores.
“Uma gestão que tem dinheiro para superfaturar notebook e gastar quase um milhão com impressões tem que ter dinheiro para valorizar os professores”, declarou.
Segundo Djá Moura, vereadores presentes na sessão assinaram um ofício que será enviado à Prefeitura rejeitando o percentual proposto.
“Aqui na Câmara não vamos ceder à pressão da gestão. Quem manda na prefeitura é a prefeita, mas na Câmara quem manda são os vereadores. E a única vontade que vamos obedecer é a vontade do povo”, afirmou.
A presidente também apresentou números sobre a situação do Mariprev, instituto de previdência do município.
De acordo com Djá Moura, apenas entre setembro e dezembro de 2025 a prefeitura teria acumulado uma dívida de R$ 4,7 milhões em repasses patronais.
A programação também contará com uma roda de conversa sobre feminicídio e violência contra a mulher, com a participação de autoridades do Judiciário, Ministério Público, advogadas, vereadoras e representantes da sociedade civil.
“Precisamos falar sobre feminicídio e orientar a população. O Brasil é um dos países que mais mata mulheres, e esse debate é importante para criar políticas públicas de enfrentamento”, ressaltou.
A presidente explicou ainda que as homenagens deste ano serão direcionadas também a mulheres das comunidades, como mães, donas de casa, profissionais e empreendedoras.
“Queremos valorizar mulheres que muitas vezes estão longe dos holofotes, mas que contribuem diariamente com a nossa cidade”, disse.
Djá Moura também informou que o veto do Poder Executivo que barrou emendas impositivas dos vereadores e um auxílio financeiro ao Clube de Mães não foi votado na sessão devido à ausência de cinco parlamentares.
Segundo ela, a matéria deve retornar à pauta na próxima semana.
“Nós queremos ouvir da gestora o motivo dessa decisão. O Clube de Mães é uma instituição que há anos contribui com o município”, afirmou.
Um dos momentos mais contundentes do discurso foi quando a presidente comentou as negociações sobre o reajuste salarial dos professores da rede municipal.
A gestão municipal teria apresentado uma proposta de 6%, considerada insuficiente pela categoria e por vereadores.
“Uma gestão que tem dinheiro para superfaturar notebook e gastar quase um milhão com impressões tem que ter dinheiro para valorizar os professores”, declarou.
Segundo Djá Moura, vereadores presentes na sessão assinaram um ofício que será enviado à Prefeitura rejeitando o percentual proposto.
“Aqui na Câmara não vamos ceder à pressão da gestão. Quem manda na prefeitura é a prefeita, mas na Câmara quem manda são os vereadores. E a única vontade que vamos obedecer é a vontade do povo”, afirmou.
A presidente também apresentou números sobre a situação do Mariprev, instituto de previdência do município.
De acordo com Djá Moura, apenas entre setembro e dezembro de 2025 a prefeitura teria acumulado uma dívida de R$ 4,7 milhões em repasses patronais.
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