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Felipe Leitão dispara contra “pesquisas fake” e diz que números são usados para intimidar aliados de Cícero Lucena

 O deputado estadual Felipe Leitão, um dos coordenadores da pré-campanha de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba, voltou a subir o tom contra pesquisas eleitorais divulgadas recentemente no estado e insinuou a existência de levantamentos “fakes” para pressionar aliados políticos e desgastar a imagem do prefeito da Capital.

Durante entrevista, Felipe Leitão afirmou que alguns números divulgados não refletem a realidade e acusou grupos políticos de tentarem “enganar” a população paraibana.

“Isso que tem falsificado pesquisas de intenção de voto. Porque para mim só tem uma explicação para tentar divulgar números falsos para tentar enganar, brincar com a inteligência do povo paraibano”, declarou.

O parlamentar afirmou ainda que o objetivo seria criar medo entre prefeitos, deputados e lideranças políticas.

“Qual a motivação disso? É dizer: ‘Olha, nós vamos ganhar a eleição e se você não acompanhar a gente, você vai levar fumo. Você vai passar quatro anos a pão e água’”, disparou.

Felipe Leitão também afirmou que as chamadas “pesquisas fake” estariam sendo usadas para intimidar aliados e pressionar lideranças políticas no estado.

“Essas pesquisas fake são tão somente para tentar amedrontar o paraibano e a classe política paraibana. E para mostrar a um prefeito, a um ex-prefeito, a um deputado: ‘Olha, não venha para cá não para você ver, ou saia daqui para você ver’”, afirmou.

O deputado ainda declarou que a coordenação da pré-campanha de Cícero Lucena realiza pesquisas internas frequentes e que os números obtidos seriam diferentes dos divulgados publicamente.

“A gente faz pesquisa de consumo interno e essas pesquisas a gente não vai contratar para se enganar. São pesquisas que não são divulgadas”, disse.

Durante a entrevista, Felipe Leitão também criticou o instituto Veritá após ser questionado pelos apresentadores sobre decisões envolvendo a empresa em outros estados.

“No país inteiro!”, respondeu o deputado ao comentar restrições enfrentadas pelo instituto em diferentes regiões do Brasil.

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