Vereador se defende e diz que nunca praticou “nepotismo” em mandatos de vereador

 O vereador condense Léo Carneiro (Cidadania), disse na tarde desta quarta-feira (15) que sempre teve um passado limpo e que ainda não será dessa vez que seus opositores políticos vão denegrir e macular sua imagem de forma proposital ou por sede de vingança.

As declarações do vereador vieram após o mesmo tomar conhecimento de que estaria sendo investigado sobre um suposto crime de “nepotismo” em seu gabinete, na Câmara Municipal de Conde-PB, quando duas pessoas (Jorge Luiz Cavalcanti de Brito Sales e Ingrid Layanne Nunes Vieira Sales) teriam grau de parentesco com ele e estariam lotados em seu gabinete parlamentar.

“A Ingrid Layanne é servidora da Câmara Municipal de Conde e está lotado no meu gabinete sim, no entato, engana-se quem pensa ou acusa da mesma ter qualquer grau de parentesco comigo”, disse Léo Carneiro. Já em relação ao outro servidor, Jorge Luiz Calvalcanti de Brito, o parlamentar informou que ele não integra sua assessoria. “O Jorge não está lotado no meu gabinete. Não sei de onde partiu tanta maldade”, desabafou.

Léo Carneiro foi taxativo ao afirmar que durante toda sua vida sequer foi levado a uma delegacia de polícia ou respondeu a qualquer processo criminal ou civil. Segundo ele, não é agora em mais um mandato de vereador que vai usar de expedientes escusos para manchar o seu nome. “Nunca pratiquei crime de nepotismo. A Ingrid não é minha parente e o Jorge Luiz não faz parte da minha assessoria”, disse.

O CASO

O assunto do suposto crime de “nepotismo” praticado pelo vereador Léo Carneiro veio à tona depois que a promotora de Justiça Cassiana Mendes de Sá, da Comarca de Conde-PB, deu prazo de 10 dias para que a Câmara Municipal encaminhasse ao MPPB todos os documentos acerca da nomeação dos servidores Jorge Luiz Cavalcanti de Brito Sales e Ingrid Layanne Nunes Vieira Sales, inclusive ficha funcional e folha de frequência, sendo mister especificar, ainda, seu órgão/unidade de lotação, bem como se os referidos agentes públicos possuem parentesco com o vereador.

A informação é de que ambos estariam vinculados ao gabinete do parlamentar e que seriam parentes. A Assessoria Jurídica da Câmara não confirmou se a determinação da promotora de Justiça foi cumprida.

O QUE DECIDIU A PROMOTORA CASSIANA MENDES DE SÁ

DECISÃO DO MPPB

 

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