Geraldo Medeiros defende eficácia da vacina Pfizer em adolescentes, mas diz que prioridade é a 3ª dose para idosos e imunossuprimidos

  O secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, saiu em defesa da aplicação da vacina do laboratório Pfizer em adolescentes de 12 a 17 anos. No entanto, o médico e gestor defende que a prioridade, nesse momento, é a aplicação da vacinação de reforço, a chamada terceira dose, em idosos com mais de 60 anos e pessoas imunossuprimidas nos municípios que têm doses em estoque.

Geraldo Medeiros lamentou a discussão política criada em torno do tema. “Tudo em relação à pandemia se transforma numa querela, em discussão de grupos antagônicos, e não é isso que a gente quer em relação a condução da pandemia”, disse à Arapuan FM.

O secretário lamenta o caso da morte de uma adolescente vacinada com imunizante Pfizer, em São Paulo, cuja causa está sob investigação, mas sai em defesa da vacina. “Vacina Pfizer é a única de todas as quatro vacinas que foi testada nessa faixa etária, de 12 a 17 anos, em primeira, segunda e terceira fases. Consequentemente, é uma vacina segura, eficaz, que traz efetividade e, ao mesmo tempo, temos que ter a convicção que a prioridade agora não é essa faixa etária, essa é a minha opinião”, frisou.

Apesar da defesa, o secretário de Saúde disse que a prioridade é a vacinação estabelecida pela Resolução CIB-PB Nº 164, de 31 de agosto, da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que autoriza o início da vacinação com a dose de reforço (Dref) dos idosos cuja dose única ou segunda dose do imunizante tenha sito administrada há mais de seis meses.

“Prioridade são os idosos, acima de 60 anos, que devem receber a dose de reforço, e aquelas pessoas que tem doenças imunossupressoras. Aí sim, depois, vamos vacinar os pré-adolescentes e adolescentes de 12 a 17 anos”, concluiu.

Wscom

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