O MP precisa acompanhar a destinação do dinheiro entregue pelo deputado agressor de mulheres a prefeitura de Bayeux

 O Ministério Público precisa agir com urgência em Bayeux se é que já não está agindo diante de todo cenário de devastação moral que assola aquele município sinônimo de corrupção desenfreada onde tudo e todos são suspeitos de atentarem contra o patrimônio público, contra a ética, contra a moral e acima de tudo contra a dignidade humana.

A turma da contravenção comemora a remessa de dinheiro público

Uma comemoração, quase que particular, festejou a doação de R$ 200.000,00 para a Secretaria da Mulher conseguida por um agente público, detentor de mandato eletivo, cuja reputação de agressor de mulheres transforma essa relação em algo no mínimo estranho, já que contumaz afrontador da dignidade feminina.

Depois, outros detalhes jogam mais sombra ainda numa transação onde uma abnegada seguidora do João de Deus local chama para si o mérito de ter conseguido o dinheiro, tornando ainda mais suspeita toda operação que envolve recurso público notadamente por ser ela um dos elos da contravenção dentro da gestão de Luciene, legitima representante do aliciador de menores confesso, e bicheiro.

Adjunta brindando à vida e ao dinheiro que vai entrar nos cofres de Bayeux

A Máfia siciliana deu lições e muita gente aprendeu.

Além de suspeita de corrupção, a gestão de Luciene perdeu totalmente o decoro e não esconde mais as suas intricadas relações com o mundo da contravenção; e acolheu uma desvairada seguidora desse esquema, que promove articulações políticas aparentemente a sua revelia, recolhendo dinheiro que será gerido pelo o que existe de mais suspeito e promíscuo na cidade.

A turma do João de Deus de Bayeux está eufórica

Essa mulher despudorada, que não hesita pousar nos braços e em abraços com o João de Deus local, aliciador confesso de mulheres, contumaz afrontador da dignidade feminina, reputado comprador de favores sexuais à custa de dinheiro e emprego no serviço público, comparece às redes sociais para avocar para si o dinheiro entregue pelo deputado, outro afrontador da dignidade feminina numa relação tenebrosa e sombria que desperta a desconfiança e o receio das pessoas de bem.

A solenidade realizada no interior da prefeitura e extensiva ao gabinete da prefeita sequer foi comunicada mostrando o grau de intervenção que a contravenção já estabeleceu na gestão, onde conchavos políticos são feitos à revelia da gestora em acintosas atitudes, onde uma adjunta invade o gabinete, senta na cadeira da prefeita para fotos, revelando à opinião publica, estarrecida, o grau de promiscuidade que intoxica a atmosfera de Bayeux.

Começamos por indagar a razão das ausências da prefeita Luciene e da titular da pasta, Regina Patrícia, que preferiram ficar distante desse conluio como se profetizassem mais escândalos para uma gestão já soterrada por escândalos.

A festiva confraternização em ambiente pública tem cheiro de algo obscuro e tortuoso, uma ligeira semelhança com o que se define de butim, já que não recebeu o sinete imperial

Reportando-se a origem do dinheiro, as suspeitíssimas emendas parlamentares: de acordo com muitas investigações seriam elas o manancial que abastece os caixas dois de campanha agora a todo vapor nesse período pré-eleitoral.

Pelo anúncio retumbante da empolgada seguidora do João de Deus de Bayeux, as remessas de dinheiro público não vão ficar nesses R$ 200.000,00 – vem mais, vem algo em torno de R$ 2 milhões para as mãos de gente muito esperta e que o povo de Bayeux conhece bem.

Esse volume estarrecedor de dinheiro justificaria tanta empolgação e vibração da sacerdotisa do mal quase em êxtase com a visão antecipada do que pode ser feito com tanto dinheiro e principalmente o que não pode também.

Por tudo isso e, principalmente pela ausência da prefeita e da secretária titular, ambas sinalizando para um lava mãos antecipado sobre o que possa acontecer com tanta verba, é que a solenidade ganha cheiro de embuste. Mais ainda pela presença deletéria da contravenção penal, na pessoa do bicheiro e aliciador de mulheres, Zezito da banca.

Com todos esses indícios e agravantes, essa solenidade precisa ser apurada e acompanhada pelo MP, para se saber a destinação de cada tostão, já que a adjunta enfatiza que o dinheiro foi conseguido pelo esquema dela, como se estivesse dando uma senha sobre quem vai gerir a grana.

Então, seria bom o Mistério Público botar as barbas de molho, porque pela movimentação tem carne escondida debaixo desse angu.

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