Julian espalha mais milho no terreiro de Bayeux e silencia sobre os processos de agressão a mulheres

 Não podia ser diferente a reação do pescador de águas turvas, o ainda deputado Julian Lemos, um desses aventureiros que ingressam na politica para misturar o privado com o público.

Essa raça tem uma acentuada preferência pelos charcos e pântanos da política, onde pode se aventurar sem sofrer questionamentos morais e éticos desde que distribua com fartura o milho para as galinhas do terreiro.

E como galinhas ávidas por milho têm em todo canto – em Bayeux com uma notável abundância -, o agressor reincidente de mulheres se sente muito à vontade para espalhar ração para essas penosas, que habitam esse terreiro, sempre abastecido com o dinheiro público, onde uma gestão, de reputada vocação para a malversação desses recursos se notabiliza pelos escândalos.

Não pode haver casamento mais harmonioso do que o do sujo com o mal lavado e essa união foi estabelecida em Bayeux, onde alguém de passado nebuloso, repleto de episódios degradantes, alguns até hoje nunca esclarecidos, posa de bom moça para abraçar a sujeira e tirar proveito da ganância e da improbidade de certos agentes públicos, já na mira das autoridades, em adiantadas e aprofundadas investigações, para retirar o manto da hipocrisia e da pouca vergonha que encobre essa gente despudorada.

Sem se reportar aos processos que responde por agressões domésticas, recorrendo a um discurso que caracteriza os fariseus, falando apenas para os que se beneficiam da ração que jorra dos cofres públicos, através das malfadas emendas, esse deputado de passagem triste pelo parlamento nacional, ligado ao que tem de mais retrógado e obscuro na política, foge da verdade como o diabo foge da cruz.

Sobre as agressões nenhuma palavra, sobre os processos muito menos, e menos ainda a adjunta da Secretaria da Mulher – representante da prefeita, que não compareceu nem ela nem a titular provavelmente para evitar associação com o renomado agressor -, explicou a relação com um contumaz infrator da Lei Maria da Penha e a sua Secretaria, cujo objetivo seria o bem-estar e a segurança das mulheres, direitos que o deputado desrespeita dentro do próprio lar.

Elas deixaram o abacaxi para a pobre coitada descascar, o que fez com pouquíssima habilidade, comprovando o quanto é incapaz e incompetente para exercer cargos públicos, já que para isso existe a exigência da retidão moral, ficando sobejamente demostrado não possuir ao se apresentar em público, em tão nefastas companhias, de forma tão deslavada.

Triste figura

Nem o excesso de maquiagem foi capaz de disfarçar o rubor com que se abraçava e se apertava ao aliciador e ao infrator da Lei Maria da Penha. Metida nessa saia justa, ela não se envergonha de confraternizar com esses abutres sociais, revelando a frouxidão de caráter que faz de Bayeux um celeiro de iniquidades.

Acha pouco vai às redes sociais justificar o injustificável, porque indecência não se justifica muito menos se explica.

Triste figura dessa adjunta e o seu comportamento suficiente para revelar o grau de promiscuidade que atingiu essa gestão de Luciene, uma mulher que optou por servir a satanás haja vista todo seu procedimento como gestora, como mulher e, sobretudo, como evangélica, vomitando sobre a bíblia com uma desenvoltura que arranca aplausos do inferno.

E quanto a esse cowboy de faroeste italiano seria melhor que explicasse os processos que responde inclusive por violência contra mulheres e funcionários.

Um farsante que as urnas irão devolver aos monturos de onde veio porque para uma coisa serve pecadores como Luciene: trair os otários, quando esses menos esperam como já fez com muita gente.

E esse bobalhão do Julian será mais um. Infelizmente, Bayeux nunca terá jeito enquanto estiver nas mãos dessa ralé despudorada e hipócrita.

Jampa News

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