POVO CALADO. CÂMARA COMPRADA. JUSTIÇA PARAPLÉGICA: Casal Fofinho rasga o dinheiro público confiando na impunidade

 Qualquer pessoa que tomar conhecimento da quantidade de dinheiro que entra nos cofres da prefeitura de Bayeux a cada mês, não terá dificuldade em perceber os enormes benefícios que a cidade receberia se esses recursos fossem totalmente empregados em benefício da população. É muito dinheiro. São dezenas de milhões de reais que se acumulam nas contas da prefeitura, vindos de todos os lados: do Governo do Estado (ICMS), do Governo Federal (verbas para a saúde, educação, FPM, royalties, etc., etc), emendas parlamentares.

Boa parte dessa grana, entretanto, desaparece em operações suspeitas, com indícios veementes de desvios, superfaturamento e outras modalidades de roubo. Outra parte serve para sustentar um batalhão de familiares dos gestores e vereadores que se submetem à prática dessa esbórnia.

Também há um quinhão reservado ao pagamento de honorários de uma legião de advogados caríssimos que se ocupam em defender os criminosos nas dezenas de processos que se arrastam nos labirintos de uma justiça lerda e ineficiente.

Em menos de um ano (4 meses em 2020 e 5 meses em 2021), os Fofinhos (Luciene, prefeita de direito e seu marido Misael, prefeito de fato), já praticaram um rosário de desmandos, irregularidades e malfeitos com o Erário que deixou para trás todos os prefeitos de Bayeux já condenados por crimes de improbidade (nome sofisticado que inventaram para substituir ROUBO).

Licitações fraudadas, compras superfaturadas, suspeitas de ‘acertos’ milionários com fornecedores, funcionários fantasmas, rachadinhas, tudo que não presta, são dezenas de acusações, denúncias e processos que pesam sobre o casal Fofinho.

E no entanto, eles continuam agindo da mesma maneira. 

E por que agem assim? Por que não  têm nenhum pudor em praticar essas irregularidades cabeludas?

Porque, infelizmente, os órgãos fiscalizadores pouco ou nada fazem. A Câmara Municipal, composta por 17 vereadores, foi totalmente cooptada com secretarias e cargos na administração municipal. O Tribunal de Contas é conhecido como Tribunal de Faz de Conta. E a Justiça, desacreditada, famosa por sua avidez em condenar apenas PPP (pobre, preto e prostituta), mostra ser uma tartaruga paraplégica quando se trata de punir corruptos.

Assim, apostando na impunidade reinante em todo o País, o marido Fofinho desdenha de possíveis punições. Alardeia que a mulher sofrerá, no máximo, alguns anos de inelegibilidade. Mas a família estará com os cofres recheados.

A própria população, quando toma conhecimento da roubalheira, passa recibo: não vai acontecer nada. 

Com essa conivência toda, a festa continua. E como diz Datena: é só no nosso!

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