Em Santa Rita: Vereador Alysson Gomes atende pedido do Jornalista Marcos Cavalcanti e apresenta requerimento pela inclusão dos profissionais de imprensa na vacinação contra à covid-19

 


A Paraíba lidera o triste ranking de óbitos de jornalistas mortos pela Covid-19, no Nordeste.

Conforme dossiê da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), até o dia 23 de maio, foram 15 jornalistas mortos pela doença, na Paraíba. João Pessoa e Campina Grande detém 100% dos casos, sendo 55% na Capital e 45% em Campina. Vale ressaltar que muitos “SANTA-RITENSES”, trabalham em em veículos de comunicação de João Pessoa. Com essa estatística, o Estado aparece na 5ª colocação entre os profissionais vitimados pela pandemia, no Brasil, atrás dos estados de São Paulo, Amazonas, Pará, Rio de Janeiro e Paraná. O acompanhamento dos números no Estado está sendo coletado e atualizado pelo Sindjor-PB e repassado à Fenaj.

Por conta desta situação, o Sindicato concretizou algumas estratégias para sensibilizar os órgãos públicos estaduais sobre a necessidade de colocar a categoria como grupo prioritário na vacinação. Recentemente, enviou um ofício à Secretaria de Comunicação do Estado, solicitando uma audiência com o governador da Paraíba, João Azevedo (Cidadania), para tratar sobre o assunto que preocupa não só os jornalistas, mas os familiares desses profissionais.

O Sindjor-PB também foi em busca de uma audiência com o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), com a mesma finalidade.

Jornalistas mortos do Brasil

De acordo com a atualização realizada pela Press Emblem Campaing (PEC), organização não-governamental com sede em Genebra na Suíça, o número de jornalistas vítimas da Covid-19 no Brasil é de 196. Essa situação coloca o País em 2º lugar no ranking de óbitos pela doença no mundo, atrás apenas da Índia, onde o descontrole em relação a pandemia já vitimou mais de 221 profissionais da área.

Na América, o Brasil mantém a trágica liderança geral do continente, apesar do aumento de óbitos entre jornalistas que, recentemente vem sendo registrado na Argentina, e supera os índices de países como Perú (161), México (109), Colômbia (61) e Estados Unidos (49).


Redação com/Sindjor-PB

Postar um comentário

0 Comentários