ABSURDO – Em três meses, Alyne Povão, prefeita de Cruz do Espírito Santo, teria gasto quase R$ 2 milhões com combustível

 ABSURDO – Em três meses, Alyne Povão, prefeita de Cruz do Espírito Santo, teria gasto quase R$ 2 milhões com combustívelSeiscentos mil reais por mês, que, somando-se os três últimos meses de 2021, tempo que está à frente da Prefeitura, a prefeita Alyne Povão, de Cruz do Espírito Santo-PB já gastou R$ 1.800.000.000 (hum milhão e oitocentos mil) só em pagamento a postos de combustíveis para abastacer “supostamente” a frota de carro da prefeitura. A denúncia foi feita nesta segunda-feira, dia 19, pelo vereador oposicionista, Leonardo Nascimento, o que considerou um absurdo e escândalo.

O parlamentar garantiu que vai acionar o Ministério Público para que a prefeita Alyne Povão evite gastos milionários, recursos estes dos cofres públicos. “Iremos provocar o Ministério Público e o Tribunal de Contas do Estado para cancelar esses absurdos”, afirmou o vereador. “Em plena pandemia da Covid 19, onde até o básico está difícil de ser cumprido, essa gestão só pensa em gastos com dinheiro público. Já se passaram 100 dias de gestão e se quer a administração municipal fez um planejamento para economizar e investir em outros setores”, acrescentou.

Vigilante às ações municipais, que, em sua concepção, ainda não existem, o vereador Leonardo Nascimento denunciou que o município tem recebido recursos para investir no combate ao vírus do coronavírus na cidade e que, praticamente nada tem feito para combate a doença. “A gestão sequer tem realizado testes para prevenir a população do contágio do vírus, inclusive, estamos protocolando mais uma denúncia referente os gastos da covid-19 para que a gestão preste contas dos recursos federais que adentraram na cidade”, alegou o parlamentar.

Ele acrescentou que a prefeita Alyne Povão se limita sua gestão a do ex-prefeito Pedrito e atual secretário de planejamento que, quando esteve à frente do Poder Executivo, teve suas contas reprovadas pelo TCE-PB reprovou, principalmente no “quesito” combustível, quando gastou cerca de R$ 10 milhões”, denunciou ele. “Os vícios seguem na gestão Aliny Povão. Com isso, são muitas ações que permeiam a prefeitura na tentativa de recuperar os danos e gastos excessivos, cuja soma poderiam ser revertidos na saúde da população, haja vista, que o município está ancorado sem investimento e sem ação por parte dos administradores”, concluiu.

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