Lockdown em Brasília poupa missas e parques; saiba o que pode ficar aberto

  Começou a valer à 00h01 deste domingo (28.fev.2021), o decreto com medidas mais restritivas editado pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). Ao longo dos últimos 2 dias, o decreto foi alterado mais de 3 vezes. Na última versão do texto, atividades religiosas e parques receberam autorização para permanecer funcionando. Leia a íntegra (83 KB).

Lojas da rodoviária de Brasília fechadas no inicio do lockdown decretado pelo governador do DF, Ibaneis Rocha

Ao todo, são autorizados a funcionar 32 setores. São eles:

  • Supermercados;
  • Hortifrutigranjeiros;
  • Minimercados;
  • Padarias e mercearias;
  • Açougues e peixarias;
  • Postos de combustíveis e suas lojas de conveniência;
  • Veículos automotores;
  • Agências bancárias, lotéricas e afins;
  • Bancas de jornal e revistas;
  • Distribuidoras de alimentos e bebidas;
  • Manutenção de equipamentos médicos e hospitalares;
  • Escritórios e profissionais autônomos (advocacia, contabilidade, engenharia, arquitetura e imobiliária).
  • Lavanderias com entrega em domicílio;
  • Cartórios e serviços notariais e de registro;
  • Hotéis, exceto as áreas comuns;
  • Óticas;
  • Papelarias;
  • Zoológico e parques;
  • Órgãos distritais que prestem atendimento à população;
  • Atividades industriais, sem atendimento ao público;
  • Sistema S (somente atividades administrativas);
  • Cursos de formação de policiais e bombeiros;
  • Clínicas veterinárias;
  • Comércio atacadista;
  • Hospitais, clínicas e consultórios médicos, de fisioterapia, pilates e odontológico;
  • Laboratórios e farmacêuticas;
  • Petshops e loja de medicamentos veterinários;
  • Funerárias e serviços relacionados;
  • Segmento de construção civil;
  • Cultos, missas e rituais de qualquer credo e religião;
  • Serviços de fornecimento de energia, água, telefonia, esgoto e coleta de lixo;
  • Comércio de produtos farmacêuticos.

Serão 15 dias de bloqueios na capital federal. Durante entrevista concedida à imprensa no sábado (27.fev), o governador disse que recomendaria a suspensão de cultos “se pudesse”, mas que, por lei, ele é proibido. “Aqui no DF, foi aprovada uma lei que coloca as igrejas como serviços essenciais, então sou obrigado a cumprir”, afirmou Ibaneis.

O chefe do Executivo distrital se refere à Lei nº 6.630, de 10 de julho de 2020 que elencou atividades religiosas como essenciais mesmo em pandemias.

Ibaneis decidiu manter a proibição a eventos e à venda de bebida alcoólica depois das 20h. Bares e restaurantes seguem barrados. Setor de alimentos operará só em esquema de delivery.

Eventos esportivos –profissionais ou amadores– e estabelecimentos comerciais também foram mantidos na lista de restrições.

Poder360

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