Efraim comenta poderio eleitoral do DEM na PB e fala da relação com João Azevêdo

 

O deputado federal Efraim Filho (DEM) projetou, nesta quarta-feira (23), um futuro promissor para o seu partido no Estado, após o fechamento das urnas em novembro deste ano. “O Democratas vive o seu melhor momento em termos eleitorais na Paraíba”, observou o parlamentar durante entrevista ao programa F5, da 89 Rádio POP.

“(Este) é o melhor cenário da história recente do Democratas em número de candidaturas apresentadas… A gente espera sair das urnas em novembro como um dos três maiores partidos, entre os três que mais elegeram prefeitos na Paraíba”, acrescentou o parlamentar.

Efraim Filho, que atualmente lidera a bancada do DEM na Câmara dos Deputados, ainda destacou a participação do partido na disputa eleitoral na Região Metropolitana de João Pessoa. “É a primeira vez que o partido tem candidatos nas quatro maiores cidades da Grande João Pessoa”, pontuou.

O candidato do DEM à Prefeitura de João Pessoa é o ex-vereador e ex-deputado Raoni Mendes. Em Cabedelo, o partido disputa a reeleição com o prefeito Vitor Hugo, enquanto em Bayeux e Santa Rita, aposta todas as fichas nas candidaturas do Capitão Antônio e da vereadora Vanda de Olavo, respectivamente.

De acordo com Efraim, ainda na Região Metropolitana da Capital, o DEM conta também com candidaturas próprias nas cidades de Lucena (Alex Monteiro), Cruz do Espírito Santo (Aliny Povão), Alhandra (Renato Mendes) e Caaporã (Kiko Monteiro).

De olho em 2022

Questionado se o DEM buscará um protagonismo maior nas eleições de 2022, caso as projeções feitas por ele mesmo se confirmem, Efraim foi enfático: “a gente projeta voos mais altos em 2022, mas com os pés no chão, cabeça no lugar, dando um passo de cada vez”.

Relação com o governador

Ainda na entrevista à 89 Rádio POP, Efraim Filho foi instado a comentar como anda a relação do DEM com o Cidadania, do governador João Azevêdo, depois que as duas siglas decidiram tomar caminhos diferentes nas eleições deste ano, em João Pessoa. Ele foi econômico na resposta: “de respeito”.

Paraíba Já

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