ENTREVISTA COM O PRÉ-CANDIDATO A VEREADOR RENATO FABRICIO

Renato Fabricio é um cidadão que veio pra Bayeux ainda jovem, aqui trabalhou, se tornou empresário, constituiu família, já foi representante da população ocupando uma cadeira na Casa de Severaque Dionísio, e este ano coloca novamente seu nome a disposição da população pelo Partido Solidariedade, pré-candidato a vereador.

Ele defendo o projeto da pré-candidatura do Coronal Ardnildo para Prefeito, também pelo Partido Solidariedade, por acreditar que o Coronel tem a experiência necessária adquirida ao longo dos anos que passou pela Policia Militar e por várias Secretarias da Prefeitura de Bayeux, sendo assim reúne todas as características necessárias para disputar e representar bem a cidade. 

Renato enfatiza que o Solidariedade é formado por um grupo de pessoas de Bayeux que visam o melhor para a cidade, que visam fazer com que Bayeux cresça e ocupe seu lugar de destaque no Estado, haja vista que temos 100 mil habitantes.

Ele como empresário, defende que classe empresarial seja mais cuidada na cidade, porque pé justamente o empresário que gera empregos, paga seus impostos e faz com que o dinheiro gire na cidade. Se faz necessário atrair novos empreendimentos para que Bayeux possa atender cada vez mais e melhor a população.

Ao ser indagado sobre o comercio de Bayeux, ele diz que está distante do de João pessoa, mas que o comercio de Bayeux não deve nada ao comercio de João Pessoa, mas que se faz necessário um apoio público para que esse comercio avance. Ele frisa que no centro ainda temos uma situação razoável com rua asfaltada e tal, mas outras localidades como na Rua Francisco Marques da Fonseca, Mario Andreazza, se faz necessário que a Prefeitura invista em infraestrutura.

Sobre a construção de um distrito mecânico e industrial, Renato afirma que a cidade não tem área para a construção de tais distritos, mas que se pode organizar os espaços existentes com pequenos investimentos, desapropriações, e principalmente ajudar na divulgação para que a população procure aquele segmento naquele local. 

O Mercado público de Bayeux, lembra Renato, quando foi construído era um dos mais modernos, por descuido houve pessoas que passaram a morar, colocar bancos de forma desordenada, começaram a misturar os segmentos, preencher as ruas, e hoje o mercado está parecendo um bairro, onde tem tudo dentro do mercado. É preciso lutar para melhorar e organizar o nosso mercado, é difícil é, mas tem que lutar para melhorar.

Sobre mobilidade urbana, ele enfatiza que qualquer pessoa que prometa alguma coisa em termos de mobilidade urbana de forma fácil é porque não tem conhecimento da história da cidade e também técnico. 

Ele lembra que Bayeux tinha um prefeito muito popular e tinha muitos amigos e assim foi expandindo a cidade de forma desorganizada, onde tudo se era permitido, e dá como exemplo que o binário da Liberdade foi pensado por mais de 50 anos, mas teve que fazer desapropriações e teve investimentos altos, Maranhão alocou recursos e Ricardo Coutinho fez as desapropriações e a obra; e que nos dias de hoje, está mis difícil ainda, pois o dinheiro está muito escasso, as finanças comprometidas e se precisa de um parlamentar federal que aloque recursos para este fim junto a Orçamento da União.

Lembra também que já é um objeto de luta a construção de um viaduto que venha melhorar o acesso ao Maio Andreazza, Comercial Norte e Mariz, além de melhora a infraestrutura da Rua Getúlio Vargas, que liga o Jardim Aeroporto ao Mario Andreazza através do Rio do Meio.

Sobre a Saúde, Renato afirma que o município fez na medida do possível um trabalho muito bom, que vem acompanhando, mas que decidiu não mais assistir determinadas emissoras porque o que está ruim, eles conseguem transformar numa catástrofe. Bayeux não está nas piores cidades, mas vem na medida do possível dando uma assistência muito boa, a quantidade de óbitos aqui, está dentro de um padrão aceitável, aceitável no tocante a quantidade porque cada morte devido ao covid-19 é lamentável. E defende que se deve tentar a cada dia maneiras e esforços para conter a pandemia e novas formas de tratamento, e que a população se cuide porque ninguém sabe quando tudo isso irá acabar.

Ao ser indagado sobre os vereadores atuais, Renato afirma que vê como a população os vê, ou seja, a Câmara está conturbada, ninguém sabe quando os vereadores estão defendendo o público ou os seus interesses particulares, e arremata quando afirma que cidade precisa de uma pessoa a frente do executivo que tenha experiência e capacidade administrativa para fazer com que Bayeux cresça e possa dialogar com todos os setores.

Ele afirma que se faz necessário mudar os costumas de alguns políticos e fazer o que for possível, e que chegando a Câmara, lutará para acabar o maior desperdício do Estado da Paraíba, que são as obras inacabadas em Bayeux, desperdício de recursos públicos, como praças, creches, escolas inacabadas.

Defende mais espaços par a juventude e mais capacitação para o mercado de trabalho. E é um defensor do funcionalismo público, porque acredita que os funcionários são patrimônio da cidade e precisam ser respeitados. E que lutará para que os funcionários independente do vínculo efetivo, contratado, comissionado, recebam seus salários e direitos.

Ele desabafa sobre a situação do IPAM, e que lutará para que pare de ocorrer o que estamos vendo ultimamente, aposentados com problemas de salários atrasados. Se faz necessário que a Prefeitura repasse para o IPAM o que lhe é de direito, e que inclusive o IPAM deveria ser administrado por aposentados, por eles sim iriam querer o melhor pro órgão, já que o mesmo pertence a eles.  

Por fim, Renato defende o turismo ecológico, através do passeio no mangue, nos prédios históricos como a Colônia Getúlio Vargas e a Mata do Xem-Xem onde deveria ter um balneário que pudesse atrair a população e os turistas.
 
Redação.

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