Sem polêmicas, Parada Gay mistura tom político e de micareta patrocinada

Sem as grandes polêmicas que marcaram outras edições, a 23ª edição da Parada Gay de São Paulo, neste domingo (23), mesclou tom político e de micareta patrocinada.

O governo de Jair Bolsonaro (PSL) foi alvo de críticas por parte do público que tomou a avenida Paulista. No entanto, em um evento com trios patrocinados e com celebridades, o protesto acabou sendo diluído pelo clima de festa ao longo da tarde.

Logo no começo, alguns discursos de políticos insuflaram o público. A ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, afirmou que parada é uma "luta contra todo o retrocesso civilizatório". O deputado federal David Miranda (PSOL) disse que o evento era importante diante da existência de um "presidente homofóbico".

Fora dos trios, o prefeito Bruno Covas (PSDB) também cutucou o presidente, ao citar o "triste" episódio da demissão de um diretor do Banco do Brasil que contratou atores LGBT para uma propaganda e foi demitido a mando de Bolsonaro. "Que isso não seja uma política do governo", disse.

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